O trabalho
Fotografar terreiro não é entrar com a câmera. É entrar primeiro, e depois pedir licença para a câmera.
Registro de festas, momentos autorizados de obrigações e da vida do ilê, feito com licença, discrição e respeito ao que pertence, ou não, à câmera. As imagens são entregues em galeria privada, acessível somente a quem a casa autorizar.
(a substituir)
Quem está por trás da Ojú Orí
Antes da câmera, eu também estou na casa.
Eu sou Mayra Balboni, fotógrafa e integrante do Candomblé. A Ojú Orí nasceu do encontro entre duas partes importantes da minha vida: a fotografia e o terreiro.
Fotografar uma casa, para mim, não é apenas registrar uma festa. É compreender que existem momentos que podem ser vistos, outros que podem ser fotografados e outros que simplesmente não pertencem à câmera.
Por isso, meu trabalho começa pela escuta, pela licença e pelo respeito à orientação de cada casa.
Registros em destaque
Ver todosA cobertura
Da chegada ao último registro.
A cobertura padrão acompanha até 5 horas de festa, registrando não apenas os grandes momentos, mas também os encontros, detalhes, gestos e tudo aquilo que ajuda a contar a história daquele dia.
A quantidade de fotografias pode variar de acordo com a duração, o ritmo e as características de cada celebração.
Vamos falar
sobre a
sua festa?
Me conte a data, a cidade, o nome da casa e qual será a celebração. A partir disso, envio minha disponibilidade, o valor da cobertura e conversamos sobre os limites de registro definidos pelo ilê.


